Monitoramento de pessoas e veículos em áreas de detonação
Área livre em minutos.Comprovada em segundos.
A BUOtech mostra, em tempo real, quem está dentro da área de risco antes de cada detonação, avisa cada pessoa pelo crachá e pelo celular e não deixa liberar enquanto houver alguém lá dentro. Cada passo fica registrado para a auditoria.
Nas minas a céu aberto, a maior parte dos acidentes com explosivos atinge quem estava perto demais da detonação
68,2%dos acidentes
Ultralançamento de rochas e falha no isolamento da área de detonação causaram 68,2% dos acidentes com explosivos nas minas a céu aberto analisadas.
Estudo do NIOSH (instituto de saúde e segurança do trabalho dos EUA) com os registros da MSHA de 1978 a 1998, em minas de carvão e de metais e não metais a céu aberto. Fonte: Rehak, Mowrey e Ingram, NIOSH.
1
Quem ainda está lá dentro?
Contar quem saiu pelo rádio e por lista leva tempo e depende de memória. Um crachá esquecido no carro ou uma pessoa fora da rota passam despercebidos.
→ Na BUOtech, a contagem é feita pelos crachás, ao vivo. Sem sinal conta como "dentro".
2
A área não fica isolada
Visitante, fornecedor ou veículo que entra sem saber da detonação. Nos acidentes fatais estudados pelo NIOSH aparecem vizinhos e motoristas dentro da área.
→ Quem cruza a linha recebe o aviso na hora; o visitante recebe um link no WhatsApp com a rota de saída.
3
Rádio perto do explosivo
Durante o carregamento dos furos, aparelhos que transmitem rádio não podem ficar perto do explosivo com detonador elétrico.
→ A área da carga fica proibida para crachás, com aviso antes de a pessoa cruzar a linha.
4
Depois, faltam provas
Quando algo dá errado, a investigação precisa saber quem estava onde, quem liberou e quais avisos foram dados. No papel e no rádio isso se perde.
→ Cada evento fica registrado com hora oficial, posição e quem agiu, sem poder apagar.
A solução, por dentro
O que a sala de controle vê, o que o trabalhador recebe e o que a diretoria acompanha
Telas reais do sistema, em uma simulação com dados fictícios.
Sala de controle · evacuação
Quem está dentro, quem está saindo e quanto falta
Contagem da detonação com os avisos de T-30, T-7, T-5 e T-1.
Linha vermelha da área de risco e a rota pontilhada de cada pessoa até a saída.
"Urgente" para quem está perto da explosão; verde para quem já está saindo.
Hora marcada com alguém dentro: a detonação é suspensa sozinha.
Preparação · carregamento dos furos
A área da carga fica fechada para crachás
Enquanto a equipe carrega, o círculo da carga pisca; o rádio confirma "área livre".
Quem se aproxima recebe perigo antes de cruzar a linha; quem entra vira extrema urgência.
O raio é registrado pelos engenheiros, com a sugestão da norma IME SLP-20 ao lado.
Trabalhador · celular e crachá
O aviso chega na mão de quem está na área
O crachá vibra; o celular mostra o aviso, a rota de fuga e o botão de socorro.
A pessoa pode dizer que precisa de ajuda: carro quebrado, ferido ou preso.
O app é instalado só por convite da empresa, sem loja de aplicativos.
Diretoria · resultado
Cada detonação vira um número que dá para acompanhar
Quantas detonações tiveram a área vazia antes da hora e com quanta antecedência.
Nota de segurança por período e o que precisa de decisão.
A diretoria só lê: nunca aperta um botão de segurança.
Uma detonação com a BUOtech
Do carregamento à liberação, cada etapa tem uma regra
CarregamentoÁrea da carga sem crachá. Equipe registrada pelo rádio.
T-30 minA área fecha. Sirene, crachá vibra e todos recebem a rota de saída.
T-7 · T-5 · T-1Novos avisos. Crachás enviam posição a cada 5 segundos.
T0Só detona com zero dentro, zero sem sinal, zero SOS e varredura confirmada.
DepoisEspera de gases, fogos falhados e liberação por uma pessoa. Nada reabre sozinho.
Sem um sistema
Contagem por rádio e lista
Aviso por sirene para todos ao mesmo tempo
Ninguém sabe quem não ouviu
Prova só no papel
Com a BUOtech
Contagem pelos crachás, ao vivo
Aviso no crachá e no celular de cada pessoa
O sistema mostra quem não confirmou
Registro completo de cada detonação
Como funciona
Quatro peças trabalhando juntas
Sem fio pela operação, sem depender do celular da pessoa e sem parar se a internet cair.
CracháCada pessoa e veículo leva um crachá que envia a posição por rádio de longo alcance (LoRaWAN) e tem botão de SOS.
AntenasReceptores espalhados pela operação escutam os crachás e entregam as mensagens ao servidor.
Sala de controleO mapa ao vivo, a contagem da detonação, os alertas e as decisões, em uma tela só.
RegistroCada evento vira prova: relatório da detonação, fotos do mapa e o histórico de cada pessoa.
Para quem
Feito para quem trabalha com explosivos
Cada empresa tem o seu espaço, com o seu mapa, as suas regras e os seus acessos.
Mineração a céu aberto
Bancadas, cava, frota e equipes em turnos.
Pedreiras
Detonações frequentes perto de estradas e comunidades.
Obras com desmonte
Túneis, estradas e fundações com uso de explosivos.
Segurança e auditoria
Cada frase da tela é verdadeira para os dados
O que aparece na tela é o que os crachás disseram, com a hora e quem agiu. É isso que vale numa auditoria ou investigação.
Quem, quando e por qual canal em toda ação de segurança: suspensão, liberação, socorro.
Dupla confirmação para suspender a detonação: o blaster e a sala.
Falta de dado nunca é "seguro": crachá sem sinal perto da área bloqueia a detonação.
Acesso por perfil: a diretoria só lê; cada empresa vê apenas o que é dela.
A BUOtech é uma camada adicional de proteção. Não substitui o plano de fogo, o blaster, a sirene, os vigias, a varredura física nem o plano de emergência da operação.
Veja a BUOtech funcionando
A demonstração mostra uma detonação completa, do aviso à liberação, com dados fictícios.